Digital Influencer

“Oi meninas”, no post de hoje vamos falar do Digital Influencer

Em um passado, não muito distante, os Digital Influencers nasciam a partir de um blog. Por isso, hoje, 31 de agosto e Dia do Blog, vamos falar do blogueiro profissional, o Digital Influencer.

Eles podem ser YouTubers, Blogueiros, Instagramers ou terem surgido no aparecimento meteórico do SnapChat. Em comum, usam a voz e o poder de influência em prol de um maior engajamento entre marcas e consumidores.

Por que preciso de um Digital Influencer?    

Com a concorrência cada vez maior, ter um produto de qualidade, valor agregado, diferenciais frente ao concorrente e preço justo pode não ser o suficiente para que a marca tenha visibilidade no mercado. Para esses casos, o Digital Influencer pode ser a ponte perfeita entre a marca e o consumidor.  

Exercendo grande poder, esses novos profissionais da web são formadores virtuais de opinião. O segredo é fazer tudo da forma mais natural possível para promover a identificação das pessoas com o perfil do Influencer na rede social e com o conteúdo divulgado.

O Digital Influencer possui a bagagem (vivência, lifestyle, desejos) que a marca precisa para convencer o público a comprar seu produto, tornando o processo mais humano e orgânico.

Como escolher o Digital Influencer certo?

Esse novo modelo de divulgação através de pessoas que tenham visibilidade nas redes sociais tem trazido excelentes resultados para diversos modelos de negócios. Antes de tudo, lembre-se: ser ativo na produção de conteúdo não é igual a ser um influencer.  

Mas, é preciso acertar na seleção do Digital Influencer. Basicamente, use aquela máxima: qualidade é melhor do que quantidade. É preciso escolher alguém com os mesmo ideais que o produto e a marca defendem. É importante também levar em conta o grau de engajamento desse influencer nas redes sociais, não apenas o número absoluto de seguidores.

Outra estratégia é pensar em Micro Influenciadores, pessoas relevantes na região ou no segmento específico que a marca ou produto atua. Muitas vezes, o Digital Influencer certo para a marca não é o maior YouTuber do Brasil, mas aquele com um canal do seu nicho específico ativo e respeitado por quem se interessa pelo assunto.

Como usar a voz Digital Influencer escolhido?

Se existem tantas vantagens neste tipo de divulgação, porque algumas marcas erram, e feio, nas ações com influencers?

Primeiro porque pecam na escolha. Como falamos, nem sempre o maior é o melhor, e a imagem que ele vende não reflete o perfil das pessoas que os seguem.

Depois porque antes de fechar o trabalho, é preciso ter metas definidas. No caso das agências, este é um ponto ainda mais importante. Antes de vender uma ação com influenciadores, alinhe os objetivos. O que a marca quer? Aumentar número de seguidores? Ter visibilidade? Virar notícia? Aparecer em algum veículo específico? Medir a saúde da marca através de comentários?

Mais um dado a ser acordado são as publicações que o influencer escolhido fará. Stories, vídeos no Youtube, posts no Instagram, posts no Facebook, IGTV, etc. Não definir isso, pode ser motivo de frustrações e muita dor de cabeça. Especifique os canais e datas, e quantifique as publicações.

Contudo, a maioria dos problemas nas ações com influencers são ligadas a questões éticas. Não subestime a capacidade crítica dos seguidores/fãs da marca com publicações muito forçadas ou publis disfarçados. Procure usar a experiência do influencer e situações do cotidiano comuns ao público dele para falar/inserir a marca ou o produto.  

Também não haja como se a marca ou o influencer escolhido não tivesse registrado problemas de imagem, quase tudo e todos já tem. Na internet, o que não está na memória pode estar a apenas “um Google” de distância. 

Quando estamos trabalhando com pessoas, não existem fórmulas. Procure possíveis pontos críticos e pense que agora, mais do que nunca, os seguidores também são influenciadores e tem a voz ativa.