Google Adwords agora é Ads para os íntimos e para os não íntimos também

Ao atingir a maioridade, os produtos do Google voltados para anúncios ganharam novos nomes e algumas funcionalidades que prometem facilitar a utilização. Entre as mudanças, que chegaram no final de julho, a mais comentada foi a alteração na nomenclatura do Google Adwords, que agora é Google Ads.

Com o reformulação, a estratégia do Google foi reorganizar suas soluções em 3 grandes blocos: o Google Ads, o  Google Marketing Platform e o Google Ad Manager. Assim, a empresa acredita que será mais fácil para profissionais de marketing identificarem a solução certa. O que por sua vez, permitirá alcançar melhores resultados ao anunciar na internet. E prometeu que, apesar da extinção de alguns nomes, as funções continuaram a existir.

O que é cada um?

  1. Google Ads: Plataforma de publicidade online do Google nos formatos Search, Display, YouTube e GMail.
  2. Google Marketing Platform: DoubleClick e o Google Analytics 360 Suite em uma só marca com o objetivo de facilitar a definição de metas e torná-las mais alcançáveis
  3. Google Ad Manager: união do DoubleClick for Publishers (DFP) e o DoubleClick Ad Exchange (AdX) com o objetivo simplificar o processo de gestão de anúncios programáticos e assim aumentar o lucro  dos anunciantes à medida que o público-alvo interage com conteúdo online.

O Google também aproveitou a reformulação para fazer mudanças que há tempos estavam sendo cobradas. A empresa melhorou a transparência dos anúncios, mostrando com mais detalhes quais informações foram utilizadas para que o sistema da empresa decidisse exibir aquela propaganda.

Segundo a empresa, as novidades “ajudarão anunciantes e editores de todos os tamanhos a escolher as soluções certas para seus negócios, facilitando ainda mais a entrega de anúncios valiosos e confiáveis ​​e as experiências certas para os consumidores em vários dispositivos e canais”.

Outro produto anunciado como melhoria, principalmente para os pequenos negócios, são as campanhas Smart. Neste modo, o Google usará machine learning para complementar ações tratadas como prioritárias pelo usuário, como receber ligações telefônicas, entre outras possibilidades.