Do Porta a Porta para o Clique Ao Clique

Vamos logo esclarecer: como ‘porta a porta’ estamos nos referindo tanto ao sistema de vendas diretas, tão popular no Brasil, quando o vendedor vai até a casa dos clientes, quanto as vendas em lojas físicas, que exigem a ida do cliente até a porta da loja.

Dito isto, vamos falar do que nos trouxe aqui: a transformação na maneira de consumir. A revolução digital abriu caminho para que os varejistas pensassem em outras maneiras para aproveitar oportunidades, reduzir custos e minimizar operações de logísticas de vendas.

E as vantagens são muitas. Entre elas, a limitação geográfica. É impossível um único vendedor ou loja física alcançar todos os compradores. Era necessária uma equipe e uma rede de lojas grande para abranger locais distantes. O modelo e-commerce consegue derrubar esta barreira.

Contudo, algumas coisas são bem semelhantes. Se caem os custos com a instalação física ou locomoção no caso das vendas diretas, aumenta a necessidade de planejamento. É preciso aceitar que o consumidor prefere, e investe, em facilidade de compra. Além de estar muito mais exigente e com poder de pesquisa rápida sobre produtos e serviços no Google.

A tão valiosa carteira de clientes, que agora pode ser ilimitada, virou o igualmente valorizado mailing ou banco de dados, como preferir chamar. Reunir dados que podem ir além de nome, e-mail e telefone é tão valioso, que há quem diga que informação é o novo petróleo.

Semelhante também é a importância do compartilhamento de experiências entre os consumidores. Agora, um produto que não entrega o que promete, pode receber comentários negativos na página da marca, virar um post com conteúdo negativo no perfil pessoal do consumidor, avaliação negativa em sites como o ReclameAqui e por aí vai.

E ainda não falamos do fator ‘vendedor’. Se no ‘tet a tet’ é fundamental seu poder de convencimento, de persuasão e o bom relacionamento, no ‘clique ao clique’, as marcas precisam investir em estratégia, conteúdo e, principalmente, relevância ao falar com as pessoas.

Está aí um dos pontos problemáticos da venda online. Se a revendedora de cosméticos, por exemplo,  conquistava a empatia e, muitas vezes, a amizade da cliente, como levar essa confiança para os meios de comunicação eletrônica?

Primeiro, seja a mesma pessoa em todos os canais. Fale com os consumidores com o mesmo tom, grau de formalidade e frequência. Seja no site, nas publicações do Facebook, nos anúncios de rádio ou TV.  Como os vendedores ‘reais’ fazem.

Depois, continue pensando nas pessoas. Quando você contrata um vendedor, espera que ele trate o seu cliente da melhor forma possível e o ajude em qualquer dúvida sobre a compra. Na internet não é diferente. Invista em um atendimento de qualidade para tirar dúvidas sobre a compra, produtos ou serviços.

O fato é que o “clique ao clique” trouxe novas equações e fatores que ampliam as possibilidades, desafios e mercados nos quais as empresas podem atuar. Por isso, é importante conhecer profundamente seu público, tendências do segmento no qual atua, entre outros fatores. A CL3 possui um time de especialistas prontos para uma imersão no seu negócio e desenvolvimento da estratégia ideal para otimizar cada clique potencial.