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Site para indústria: o que o comprador procura, como transformar o catálogo em páginas e como pedir cotação sem travar


Engenheiro operando uma máquina CNC com um tablet na mão, no chão de fábrica

O site de uma indústria é lido por um comprador, um engenheiro ou um PCP comparando fornecedores, muitas vezes fora do horário comercial, com uma planilha aberta ao lado. Ele não quer saber da "missão" nem das "soluções inovadoras": quer saber se a empresa fabrica a peça, em que norma, em que prazo, em que lote mínimo e para quem já entregou. A maioria dos sites industriais não responde a nenhuma dessas perguntas, porque foi feita como folder. Este guia mostra o que o comprador procura, como transformar o catálogo em páginas que o Google lê, como pedir cotação sem travar o comprador, e a estrutura que faz uma indústria pequena parecer, com razão, uma fornecedora confiável.

O que o comprador procura, na ordem em que procura

  1. Se a empresa fabrica aquilo. A busca é "fabricante de X", "fornecedor de X", "X sob medida", e a página precisa dizer, na primeira linha, que fabrica X, onde e desde quando.
  2. Em que especificação. Material, dimensões, tolerância, norma técnica, acabamento, capacidade de produção. É a ficha técnica, e ela precisa estar na página, não só num PDF.
  3. Prazo, lote mínimo e região de entrega. São as três perguntas da primeira ligação; respondidas no site, a primeira ligação já é a segunda.
  4. Certificações e responsável técnico. ISO 9001, certificações do setor, o engenheiro responsável com registro. Não como selo decorativo, mas com o escopo certificado e a validade.
  5. Para quem já entregou. Segmentos e clientes, com autorização, e fotos reais do produto e da fábrica. É a prova que o comprador leva para o gerente.
  6. Como pedir cotação, com o mínimo de atrito.

O catálogo vira páginas, não um PDF

O erro mais comum do site industrial é o catálogo inteiro em um PDF de 40 páginas, que o Google indexa mal e o celular abre pior. Cada linha de produto, ou cada produto principal, precisa ser uma página própria: título com o nome técnico e a aplicação, a ficha com as especificações em tabela, as normas atendidas, fotos reais, os desenhos ou o PDF daquela linha para download, e o botão de cotação. É assim que a empresa aparece para "bucha de bronze sob medida" em vez de só para o próprio nome. E é assim que o comprador chega direto na página certa pela busca, em vez de cair na home e desistir no menu. Para a quantidade de páginas, a regra de quantas páginas o site precisa vale dobrado: uma por coisa que a empresa quer ser encontrada vendendo.

O pedido de cotação

Comprador industrial trabalha por e-mail e com documento, não por WhatsApp de impulso. O formulário de cotação precisa aceitar o que ele tem na mão: descrição ou código, quantidade, prazo desejado, anexo de desenho ou especificação, e os dados da empresa. Mais do que isso afasta; menos do que isso gera a troca de e-mails que atrasa a cotação em dois dias. O WhatsApp entra como segundo canal, para a dúvida rápida. E a resposta é o que define a venda: cotação em 24 horas é argumento de venda, e cabe escrito na página. Formulário e anexo coletam dados de pessoa e de empresa, e a política de privacidade precisa dizer o que acontece com eles.

As páginas que a indústria esquece

  • Capacidade produtiva e parque fabril, com fotos reais das máquinas e números que a empresa pode provar. É o que o comprador grande pergunta antes de homologar um fornecedor.
  • Qualidade, com o que é medido, como e com qual equipamento, e os certificados para download.
  • Segmentos atendidos, uma página por segmento, falando a língua de cada um: o agro pergunta uma coisa, a construção civil outra.
  • Página em inglês ou espanhol, se a empresa exporta ou quer exportar; uma página bem feita vale mais do que o site inteiro traduzido por máquina.
  • Logística: onde entrega, com qual transportadora, em quanto tempo, retira na fábrica ou não.
  • Sobre, com as pessoas, a história e o responsável técnico, como está em a página sobre que vende.

O que cortar

"Soluções completas", "qualidade e excelência", "tecnologia de ponta", o carrossel com três banners genéricos e a grade de ícones chamada "serviços". Foto de banco de imagens de fábrica alemã no site de uma metalúrgica de Maringá: o comprador percebe na hora, e a busca pelo nome da empresa mostra a fábrica de verdade no Perfil da Empresa. A prova social na indústria é cliente com nome, produto entregue e foto própria, não depoimento anônimo.

Como medir se o site funciona

Indústria mede cotação, não visita. O formulário de cotação é a conversão no Analytics, o download de catálogo e de certificado são eventos, e o Search Console mostra para quais produtos a empresa aparece e para quais ainda não. Em três meses, a leitura é simples: quantas cotações vieram do site, quantas viraram pedido, e quais páginas de produto aparecem na busca sem gerar cotação, que são as que precisam de ficha técnica melhor.

Como é na CL3

Fazemos sites para indústrias com o catálogo em páginas que o Google lê, a ficha técnica em tabela, o pedido de cotação com anexo, as certificações com escopo e validade e as fotos tiradas na fábrica, não no banco de imagens. Se a sua indústria já tem site e você não sabe para quais produtos ele aparece, a análise gratuita mostra em minutos, e o contato abre a conversa com o catálogo na mão.

Perguntas frequentes

O que um site de indústria precisa ter?

O que o comprador procura, na ordem: se a empresa fabrica aquilo, dito na primeira linha; a ficha técnica com material, dimensões, tolerância e norma; prazo, lote mínimo e região de entrega; certificações com escopo e validade e o responsável técnico; para quem já entregou, com autorização e fotos reais; e o pedido de cotação com anexo. Além disso, páginas de capacidade produtiva, qualidade, segmentos atendidos e logística, e a página sobre com as pessoas.

Catálogo em PDF ou páginas de produto?

Páginas. O PDF de 40 páginas é mal indexado pelo Google e abre mal no celular. Cada linha de produto, ou cada produto principal, precisa ser uma página própria com título técnico e aplicação, ficha em tabela, normas, fotos reais, o PDF daquela linha para download e o botão de cotação. É assim que a empresa aparece para "fabricante de X" e o comprador chega direto na página certa.

Como deve ser o formulário de cotação de uma indústria?

Ele aceita o que o comprador tem na mão: descrição ou código, quantidade, prazo desejado, anexo de desenho ou especificação e os dados da empresa. Mais do que isso afasta; menos gera troca de e-mails. O WhatsApp entra como segundo canal. O prazo de resposta, por exemplo cotação em 24 horas, é argumento de venda e cabe escrito na página. Como coleta dados pessoais e de empresa, a política de privacidade precisa existir.

Como medir se o site da indústria funciona?

Indústria mede cotação, não visita. O envio do formulário é a conversão no Analytics, downloads de catálogo e certificado são eventos, e o Search Console mostra para quais produtos a empresa aparece. Em três meses: quantas cotações vieram do site, quantas viraram pedido, e quais páginas de produto aparecem na busca sem gerar cotação, que são as que precisam de ficha técnica melhor.

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