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Refazer o site: quanto custa, o que aproveitar do antigo e o erro de migração que derruba o tráfego
Refazer o site é a segunda compra de site que a empresa faz, e costuma ser mais cara do que a primeira por um motivo que não aparece no orçamento: existe um site no ar, com endereços que o Google conhece, textos que ranqueiam e fotos que custaram caro, e tudo isso pode ser aproveitado ou perdido. Este guia diz quanto custa refazer, o que vale levar do site antigo, o que precisa ser descartado, e o erro de migração que derruba empresas que fizeram tudo certo no visual.
Quanto custa refazer
O trabalho de refazer é o mesmo de criar, com uma camada a mais. As faixas de 2026 para um site institucional feito por agência continuam as de quanto custa criar um site profissional: R$ 2.500 a R$ 8.000, variando com o número de páginas, quem escreve o texto, design próprio ou modelo e as integrações. A camada a mais é a migração: o mapa de redirecionamentos do site antigo para o novo, a revisão do que ranqueia para não perder, a transferência de fotos e textos, e a troca de hospedagem quando ela muda. Em projeto bem conduzido, isso é uma fração do valor; em projeto em que ninguém olhou o site antigo, é o que custa a empresa depois, em tráfego. Peça que a proposta diga, por escrito, o que acontece com cada endereço do site atual. Se a resposta for "o site novo substitui", a proposta não entendeu o que está refazendo. A planilha de doze linhas ajuda a comparar.
O que vale levar do site antigo
- O domínio. Sempre. Trocar de domínio junto com o site é começar do zero na busca sem necessidade. Se o domínio está em nome de terceiro, resolva antes, como explicamos em contrato de criação de site.
- Os endereços que recebem visita. Abra o Search Console, veja quais páginas têm impressões e cliques nos últimos três meses, e trate cada uma como patrimônio: ou mantém o mesmo endereço, ou redireciona para o equivalente.
- O texto que ranqueia. Se uma página aparece para a busca certa, o texto dela está fazendo algo certo. Reescreva para melhorar, não para trocar por completo.
- Fotos próprias e licenças. Foto da equipe, da obra, do produto, é o que a IA não inventa e o concorrente não tem. Banco de imagens com licença em nome da empresa também vai junto.
- O Perfil da Empresa no Google e as contas de medição. Não se refaz perfil; atualiza-se o link. Search Console e Analytics continuam os mesmos, e o histórico fica.
- O número de antes. Impressões, cliques e contatos das últimas quatro semanas do site antigo, anotados. Sem isso, você não vai saber se o novo é melhor.
O que precisa ser descartado
- Páginas sem visita há meses, que existiam porque alguém achou que site precisava ter. Página que não recebe nem impressão não é patrimônio, e refazê-la é pagar duas vezes por nada.
- Texto genérico que serviria para qualquer empresa do setor. É o que o Google passou a tratar como baixo esforço, e a rodada antispam de setembro mirou exatamente isso.
- Páginas em série, de cidade ou de serviço, geradas de molde. Foi o nosso erro em agosto, e é o alvo declarado do Google em 2026. Se o site antigo tem cem páginas assim, elas não migram: saem do ar com o código de resposta certo, e o site novo responde às cidades de verdade com uma página honesta.
- Plugins e trechos de código abandonados, que são o motivo de o site antigo demorar para abrir e de aparecer "não seguro".
- Depoimentos que ninguém consegue comprovar.
O erro que derruba quem fez tudo certo no visual
Troca de site é o momento em que mais empresas perdem tráfego, e quase sempre pelo mesmo motivo: endereços antigos que passam a responder "página não encontrada". O Google conhecia dez páginas; o site novo tem dez páginas bonitas em endereços diferentes; nenhuma redireciona. Em semanas, a reputação acumulada em anos vai embora. O próprio Google, numa conferência em outubro de 2026, colocou número nisso: a mudança de site leva de um a três meses para ser absorvida no caso típico, e de seis meses a mais de um ano no pior, como registramos na resenha. O mapa de redirecionamento, endereço antigo apontando para o equivalente novo, é o que coloca a empresa no caso típico. E ele precisa ser feito antes de publicar, não depois que a queda aparece.
Dois cuidados completam a migração: manter o sitemap enviado no Search Console atualizado com os endereços novos, e acompanhar o relatório de indexação nas quatro semanas seguintes, como está em os 90 dias depois do site entrar no ar.
Antes de decidir refazer
Nem todo site que incomoda precisa ser refeito. Quando refazer ou otimizar dá os três critérios, base técnica, design e conteúdo, e os sete sinais de que o site precisa ser refeito ajudam a medir com número em vez de impressão. A regra que resume: se a base técnica é salvável, reformar sai mais barato e resolve; se o site demora, não aparece pelo próprio nome e ninguém consegue mudar uma vírgula, refazer é a decisão certa, desde que a migração seja tratada como parte do projeto.
Como é na CL3
Quando refazemos um site, o primeiro passo é ler o site antigo no Search Console para saber o que ele tem de valor, e o mapa de redirecionamentos faz parte da entrega, junto com o número de antes e a leitura dos 30 e dos 90 dias. O orçamento sai por escrito, dizendo o que acontece com cada endereço atual. Se você está pensando em refazer, a análise gratuita mostra em minutos o que o site atual tem de salvável, e o contato abre a conversa com o seu Search Console na mão.
Perguntas frequentes
Quanto custa refazer um site em 2026?
O trabalho de refazer é o de criar, com uma camada a mais. Para um site institucional feito por agência, as faixas de 2026 ficam entre R$ 2.500 e R$ 8.000, variando com o número de páginas, quem escreve o texto, design próprio ou modelo e as integrações. A camada a mais é a migração: o mapa de redirecionamentos, a revisão do que ranqueia, a transferência de fotos e textos e a troca de hospedagem quando há. Em projeto bem conduzido, é uma fração do valor; a proposta precisa dizer por escrito o que acontece com cada endereço do site atual.
O que aproveitar do site antigo ao refazer?
O domínio, sempre; os endereços que recebem visita, conferidos no Search Console, mantidos ou redirecionados para o equivalente; o texto das páginas que aparecem para a busca certa, reescrito para melhorar e não trocado por completo; as fotos próprias e as licenças de banco de imagens em nome da empresa; o Perfil da Empresa no Google e as contas do Search Console e do Analytics, que continuam as mesmas; e o número de antes, impressões, cliques e contatos das últimas semanas, anotado para a comparação.
Por que o tráfego cai depois de trocar de site?
Quase sempre por endereços antigos que passaram a responder "página não encontrada". O Google conhecia as páginas antigas; o site novo colocou o conteúdo em endereços diferentes sem redirecionar, e a reputação acumulada vai embora em semanas. O próprio Google disse em outubro de 2026 que uma mudança de site leva de um a três meses para ser absorvida no caso típico e de seis meses a mais de um ano no pior. O mapa de redirecionamentos, feito antes de publicar, é o que coloca a empresa no caso típico.
Refazer ou só otimizar o site?
Depende de três critérios: se a base técnica é salvável, se o design está a poucos ajustes do aceitável e se o conteúdo ainda serve. Base salvável com design datado pede reforma, que sai mais barata e resolve. Site que demora para abrir, não aparece pelo próprio nome e não permite mudar uma vírgula sem chamar alguém pede refazer, desde que a migração, com domínio, endereços e redirecionamentos, seja tratada como parte do projeto e não como detalhe.