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Site de 5 páginas: o que cada página precisa dizer para virar contato
Em 30 segundos
- Início: o que vocês fazem, para quem e por quê, numa tela, com uma prova conferível e o WhatsApp.
- Serviços: uma seção por serviço, com escopo, prazo, faixa de preço e contato no fim; sobre: gente de verdade, endereço e história.
- Provas: só o que dá para conferir (sites no ar, avaliações com link); contato: quatro campos, WhatsApp, endereço e o que acontece depois.
- Blog, agendamento, loja e páginas por cidade ficam de fora até terem motivo; política de privacidade é obrigatória, mas não vende.
Um site de 5 páginas resolve a maioria das empresas de serviço: início, serviços, sobre, provas e contato. O que decide se ele vira contato não é a quantidade de páginas, e sim o que cada uma diz na primeira tela e para onde leva no fim. Este guia passa pelas cinco, uma a uma, com o que precisa estar escrito, o que costuma faltar e o teste de dez segundos que você mesmo faz no celular.
Cinco é o número em que cada busca encontra a sua página
Uma página só funciona para campanha, quando o visitante chega com uma intenção e sai com uma decisão; é o caso da landing page. Vinte páginas são para quem tem vinte serviços ou vende em vinte cidades, e cada uma precisa de texto próprio, senão vira página em série, o tipo que a política de spam do Google rebaixa. Cinco é o ponto em que quem procura "sobre a empresa" não cai no serviço e quem procura o serviço não cai na história, sem que falte conteúdo para preencher alguma. A conta inteira está em quantas páginas o site da sua empresa precisa ter.
Página 1, início: o que vocês fazem, para quem e por que vocês, numa tela
A primeira tela da página inicial responde três perguntas sem rolar: o que a empresa faz, para quem (segmento, cidade ou região) e por que ela e não a outra, com uma prova que dê para conferir: a nota no Google, os anos de mercado, um número real. Um botão principal, de preferência o WhatsApp com a mensagem pronta, e um secundário, para quem quer ler antes. Abaixo da dobra, os serviços como cartões que levam às páginas deles, como o trabalho funciona, mais prova, e as dúvidas que travam a compra. O que faz um botão funcionar está em chamadas para ação que funcionam, e o que passa confiança no desenho em design de site que passa confiança.
O teste: cubra tudo abaixo da primeira tela e pergunte a alguém de fora o que a empresa faz e como se fala com ela. Se a pessoa hesitar, a tela não está pronta. A página inicial da CL3 é montada assim: a frase do que fazemos, para quem, as quatro provas (nota 5,0 no Google, sites produzidos, prazo de até 7 dias, empresas atendidas) e o botão de orçamento, tudo antes de rolar.
Página 2, serviços: um serviço por seção, cada uma terminando em contato
Num site de cinco páginas, a página de serviços tem uma seção por serviço, cada uma com título próprio, o que está incluído, para quem é, prazo e preço ou faixa, a dúvida que trava e um link de contato. Quando um serviço cresce (vira a maior parte das buscas ou do faturamento), ele ganha página própria, e o site passa a ter seis. Os nove blocos de uma seção que vende estão em a página de serviço que vende. O que mata essa página é a lista de nomes de serviço sem explicação: "consultoria, assessoria, gestão", sem dizer o que o cliente leva para casa.
Página 3, sobre: a página que o cliente abre antes de chamar
Quem vai contratar abre a página sobre para saber quem vai atender. Ela precisa de gente de verdade (nome, cargo e foto própria, não de banco, como explica fotos próprias ou banco de imagens), do endereço e da cidade, da história em três parágrafos e do porquê de escolher a empresa, com um número que se confere. O Google pergunta o mesmo que o cliente: quem criou o conteúdo, fica claro para o visitante? As páginas têm assinatura onde se espera? São perguntas da orientação de conteúdo útil. Os oito elementos e o que cortar estão em a página "sobre" que vende.
A página quem somos da CL3 segue esse roteiro: por que a agência nasceu, a sede em São Paulo e o escritório em Maringá, o horário de atendimento, a avaliação no Google e o jeito de trabalhar, com o botão de conversa no fim. É a página que mais recomendamos ler antes de pedir orçamento, porque é nela que dá para saber se o jeito combina com o seu.
Página 4, provas: o portfólio que dá para conferir
Sites entregues com link, no ar, com o nome do cliente; avaliações do Google com o link para a ficha; depoimento com nome, empresa e autorização; caso com número real, quando o cliente permite. Nada de "mais de mil clientes satisfeitos" sem prova, e nada de depoimento inventado, que além de não convencer é avaliação falsa perante o consumidor. Como pedir e usar avaliação está em avaliações no Google: como conseguir, e a montagem da página em prova social no site. Clínica e consultório têm limite para antes-e-depois e depoimento de paciente; a régua está em site para clínica.
Página 5, contato: um formulário curto, um WhatsApp e um endereço
Quatro campos bastam: nome, e-mail, telefone e o que a pessoa procura; cada campo a mais tira contato, como mostra o formulário de contato ideal. Ao lado, o WhatsApp com a mensagem pronta, o telefone, o endereço com mapa e o horário. E uma coisa que quase nenhum site tem: o que acontece depois do envio, em quanto tempo alguém responde e por onde. Quem está decidindo se manda mensagem quer saber isso antes de mandar. O que a LGPD pede do formulário, e o que não pede, está em LGPD no site da empresa.
Quanto custa um site de 5 páginas?
Depende de quem escreve o texto, de quem cuida depois e do que é mensal: duas propostas de cinco páginas podem ter o mesmo preço e conteúdos opostos. As faixas praticadas no Brasil em 2026, por tipo de site e com o que cada uma inclui, estão em quanto custa criar um site profissional. Para comparar duas propostas linha a linha, use a planilha de doze linhas; para saber o que fica caro depois, quanto custa manter um site.
O que fica de fora das cinco, e quando entra
- Blog: entra quando existe alguém para escrever todo mês; sem isso, vira seção abandonada com data de dois anos atrás.
- Área do cliente, agendamento, orçamento automático: é sistema, não página; quando vale está em sistema sob medida.
- Loja: é outro projeto, com plataforma própria; comece por quanto custa criar uma loja virtual.
- Páginas por cidade: só com demanda real de busca e texto próprio em cada uma; em série, é o que o Google rebaixa.
- Política de privacidade e termos: obrigatórias, mas não contam como página de venda; ficam no rodapé.
Site de 5 páginas é suficiente para aparecer no Google?
Para o nome da empresa e para o serviço na sua cidade, sim, desde que cada página tenha texto próprio, título que diz o que ela é e o site carregue rápido no celular. Para disputar dezenas de buscas diferentes, não: aí o que faz diferença é conteúdo, e isso é blog, não página a mais. O caminho para aparecer nas buscas locais está em como aparecer no Google: empresas locais, com o Perfil da Empresa como parte do conjunto.
O teste de dez segundos no celular
Abra cada página no celular e marque: a primeira tela diz do que a página trata? Tem um jeito de chamar sem rolar? O texto fala do cliente (você, sua empresa) ou da empresa (nós, nossa missão)? Tem uma prova que dá para conferir? A página termina em contato? Cinco páginas, cinco perguntas cada: vinte e cinco marcações em menos de dez minutos. O que falhar é o que está custando contato, e o roteiro completo de diagnóstico está em o teste de 5 minutos.
Como a CL3 monta as cinco
A estrutura vem antes do desenho: na conversa de vinte minutos definimos o que cada página precisa fazer, o texto é escrito a partir da entrevista com você, e o design serve ao texto. O site inteiro é construído do zero, rápido no celular, com o domínio no seu CNPJ e sem mensalidade obrigatória, pronto em até 7 dias a partir do material. O passo a passo, dia a dia, está em como é fazer o site com a CL3; o serviço, em sites institucionais. Conheça a CL3 na página quem somos, veja os sites entregues na página inicial e, quando quiser conversar, o contato tem os quatro campos de que falamos acima.
Perguntas frequentes
Quais são as páginas essenciais de um site de empresa?
Início, serviços, sobre, provas (portfólio ou avaliações) e contato. Política de privacidade e termos são obrigatórias, mas ficam no rodapé e não contam como página de venda. Blog, área do cliente, agendamento e loja entram quando existe quem alimente ou um motivo de negócio, nunca para encher o menu.
Site de uma página (one page) ou de cinco?
Uma página serve para campanha, quando o visitante chega com uma intenção e sai com uma decisão. Para a empresa inteira, cinco: cada busca do cliente (o nome, o serviço, quem atende, como falar) encontra a página dela, com título próprio, e nenhuma fica com conteúdo de menos. Vinte páginas só quando há vinte assuntos com texto próprio.
O blog conta como página do site?
Conta como seção, não como uma das cinco. Ele só entra quando existe alguém para escrever todo mês; sem isso vira uma área abandonada, com a data de dois anos atrás na primeira tela, que passa a impressão contrária à que o site quer passar. Quando existe, é o que faz o site disputar dezenas de buscas além do nome e do serviço.